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Saúde e segurança · Passo Fundo/RS

Advogado de doença ocupacional em Passo Fundo/RS

Burnout, depressão, tendinite, hérnia de disco, perda auditiva? Quando a doença é causada ou agravada pelo trabalho, ela é equiparada a acidente de trabalho — com estabilidade e direito a indenização.

  • Dr. Glauco Rodrigues
  • Atendimento online em todo o RS
  • Sigilo profissional

Conteúdo revisado pelo Dr. Glauco Rodrigues, advogado trabalhista · Atualizado em

Burnout, ansiedade e depressão ligados ao trabalho cresceram muito nos últimos anos. Desde 2022, a síndrome de burnout aparece na classificação internacional de doenças como fenômeno ocupacional, e ela consta da lista brasileira de doenças relacionadas ao trabalho. Para quem adoeceu em Passo Fundo/RS, isso pode significar estabilidade e indenização.

Em Passo Fundo, 72.503 pessoas trabalhavam como assalariadas em 19.686 empresas e organizações em 2024, com salário médio mensal de 2,6 salários mínimos (cerca de R$ 3.732), segundo o IBGE. O setor que mais emprega com carteira assinada é comércio (20.381 trabalhadores), seguido de indústria de transformação.

Doenças que costumam ser ligadas ao trabalho

  • LER/DORT: tendinites, bursites, síndrome do túnel do carpo, epicondilites — comuns em linhas de produção, frigoríficos, digitação, caixas e costura;
  • Doenças da coluna: hérnia de disco e lombalgias agravadas por esforço físico e postura;
  • Perda auditiva induzida por ruído (PAIR);
  • Transtornos mentais: burnout, depressão, ansiedade e estresse pós-traumático ligados a assédio, metas e violência;
  • Doenças respiratórias e de pele por poeiras e produtos químicos;
  • Doenças infecciosas em profissionais de saúde.

Concausa e NTEP

A doença ocupacional não precisa ter o trabalho como causa única: basta que ele tenha contribuído diretamente para o seu surgimento ou agravamento (art. 21, I, da Lei 8.213/1991).

Além disso, o INSS aplica o Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário (NTEP): quando há relação estatística entre a atividade da empresa (CNAE) e a doença (CID), presume-se o caráter acidentário (art. 21-A). A empresa pode contestar, mas o ônus passa a ser dela.

Direitos de quem tem doença ocupacional

  • Estabilidade de 12 meses após o retorno do afastamento acidentário, ou reconhecida mesmo após a dispensa, se comprovado o nexo (Súmula 378, II, do TST);
  • FGTS depositado durante o afastamento;
  • Indenização por danos morais;
  • Danos materiais: tratamentos e pensão mensal proporcional à redução da capacidade de trabalho;
  • Readaptação em função compatível.

Como o advogado pode ajudar em Passo Fundo/RS

  • Análise de laudos, exames e histórico de afastamentos
  • Reconhecimento do nexo entre a doença e o trabalho
  • Estabilidade acidentária: reintegração ou indenização
  • Ação de indenização por danos morais, materiais e pensão
  • Acompanhamento da perícia médica judicial

Quer o guia completo? Leia tudo sobre doença ocupacional no RS.

Atendimento para trabalhadores de Passo Fundo

O Dr. Glauco Rodrigues atende trabalhadores de Passo Fundo a distância. A conversa começa no WhatsApp, os documentos vão pelo celular e as reuniões, quando necessárias, acontecem por videochamada. As ações trabalhistas correm no sistema eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe) e muitas audiências são feitas de forma telepresencial ou híbrida.

Se preferir, também é possível agendar uma reunião presencial em Porto Alegre.

O mesmo atendimento vale para as cidades vizinhas — Coxilha, Mato Castelhano e Marau — e para toda a região de Passo Fundo.

Passo a passo

  1. Chame no WhatsAppConte em poucas palavras o que aconteceu no trabalho. Você fala direto com a equipe do Dr. Glauco.
  2. Envie o que tiverFotos da carteira de trabalho, contracheques, TRCT, mensagens, atestados ou prints. Não precisa imprimir nada.
  3. Receba a análiseO advogado avalia os seus direitos, explica os caminhos possíveis e os riscos de cada um, com linguagem clara.
  4. Acompanhe pelo celularO processo trabalhista é eletrônico (PJe). Você recebe as atualizações e participa das audiências sem complicação.

Documentos e provas que ajudam

  • Laudos, exames e receitas médicas
  • Atestados e comunicações de afastamento
  • Exames admissional, periódicos e demissional (ASO)
  • Documentos do INSS (carta de concessão, perícias)
  • CAT, se emitida
  • Descrição das tarefas e testemunhas

Trabalho e emprego em Passo Fundo/RS

Passo Fundo é uma das maiores cidades do Rio Grande do Sul, com 206.215 habitantes segundo o Censo 2022 do IBGE. O município integra a Região Geográfica Imediata e Intermediária de Passo Fundo (mesorregião Noroeste Rio-grandense) e usa o DDD 54. A cidade fica a cerca de 229 km (em linha reta) de Porto Alegre, onde fica o escritório.

População (Censo 2022)
206.215 habitantes
Trabalhadores assalariados
72.503 (2024)
Salário médio mensal
2,6 salários mínimos
Empresas e organizações
19.686
Setor que mais emprega
comércio
Porte
das maiores cidades do Rio Grande do Sul
Região Imediata (IBGE)
Passo Fundo
Região Intermediária (IBGE)
Passo Fundo
DDD
54
Distância até Porto Alegre
≈ 229 km (em linha reta)

Fontes: IBGE — Censo Demográfico 2022, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) e Divisão Regional do Brasil. Distância aproximada em linha reta.

Perguntas frequentes — Doença ocupacional em Passo Fundo

Existe advogado trabalhista que atende Passo Fundo/RS?

Sim. O Dr. Glauco Rodrigues, da G Rodrigues Advocacia, atende trabalhadores de Passo Fundo e de todo o Rio Grande do Sul pelo WhatsApp (51) 3084-3322 e por videochamada.

Preciso ir até o escritório para resolver doença ocupacional?

Não. Os documentos podem ser enviados pelo celular e o processo trabalhista é eletrônico, em trâmite no TRT da 4ª Região. Se preferir, é possível agendar uma reunião presencial em Porto Alegre.

LER/DORT é doença do trabalho?

Sim. As lesões por esforços repetitivos e os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (LER/DORT) — tendinites, bursites, túnel do carpo, epicondilite — são doenças ocupacionais quando causadas ou agravadas pelas tarefas. Elas são equiparadas a acidente de trabalho e podem gerar estabilidade e indenização.

Resposta completa →

Burnout é doença ocupacional?

Sim. A síndrome de burnout é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde como fenômeno ligado ao trabalho (CID-11, QD85) e consta da lista brasileira de doenças relacionadas ao trabalho. Com diagnóstico e relação com o trabalho comprovados, pode garantir benefício acidentário, estabilidade de 12 meses e indenização.

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Como provar que a doença foi causada pelo trabalho?

A prova central é a perícia médica judicial. Ajudam laudos do seu médico relacionando a doença às tarefas, exames admissionais que mostram que você era saudável, afastamentos no INSS, CAT, descrição detalhada da rotina e testemunhas. Não é preciso que o trabalho seja a única causa: basta que tenha contribuído (concausa).

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Doença ocupacional dá estabilidade no emprego?

Sim. A doença ocupacional é equiparada a acidente de trabalho e garante estabilidade de 12 meses após o fim do auxílio-doença acidentário. Se a doença só for comprovada depois da demissão, a estabilidade também pode ser reconhecida, desde que haja relação de causa com o trabalho (Súmula 378, II, do TST).

Resposta completa →

Precisa de ajuda com doença ocupacional em Passo Fundo/RS?

Envie uma mensagem e conte o que aconteceu. O Dr. Glauco Rodrigues analisa o seu caso e explica os caminhos possíveis.

Falar com o advogado no WhatsApp

Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 18h. Mensagens fora do horário são respondidas no próximo dia útil.

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